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8 de janeiro: fuga de condenados após romperem tornozeleiras eletrônicas

8 de janeiro marcado por fuga de condenados

No dia 8 de janeiro aconteceram vários eventos antidemocráticos no Brasil. Com isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizou uma série de investigações e condenações dos envolvidos nos atos.

No entanto, recentemente, dez desses indivíduos romperam suas tornozeleiras eletrônicas e fugiram para fora do Brasil. Assim, a situação se tornou um tema complexo para as autoridades do país.

8 de janeiro
Imagem: Reprodução

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Panorama geral da fuga

De acordo com um levantamento do site Uol, aproximadamente 51 pessoas, implicadas nos atos do dia 8 de janeiro, estão foragidas ou com mandados de prisão em aberto. Assim, desse número, dez conseguiram deixar o Brasil por intermédio das fronteiras de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Com isso, o grupo busca refúgio na Argentina e Uruguai.

Detalhes dos fugitivos

Entre os dez foragidos, sete foram julgados pelo STF e receberam penas superiores a dez anos de prisão, por participar da tentativa de golpe de estado. De acordo com os dados fornecidos pelo Superior e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), seis dos fugitivos são mulheres, com idade média de 50 anos e residentes das regiões sul e sudeste do Brasil.

Resposta das autoridades

Até o momento, nenhum alerta foi emitido pela Interpol para a captura dos bolsoranistas. Com isso, levanta a questão sobre a eficácia das medidas de vigilância das autoridades internacionais no rastreamento dos fugitivos.

A situação de um fugitivo: Daniel Bressan

Entre os dez fugitivos, um nome se destaca, Daniel Bressan, que se autodenomina exilado político. Através das redes sociais, ele realiza campanhas de arrecadação para sustentar sua estadia no exterior. Recentemente, ele organizou a rifa de um Fiat Uno 2015 para financiar as suas despesas. Essa é uma das ilustrações de métodos não convencionais para ficar fora do alcance da lei.

Implicações políticas e sociais

A fuga dos condenados é um desafio para as instituições judiciais brasileiras e pode ter implicações sobre uma percepção internacional do Brasil. Assim, a habilidade dos fugitivos em viver abertamente em outros países pode passar uma imagem das tensões políticas no país.

Reflexões sobre a justiça e a ordem

Outro ponto que o caso traz à tona é sobre debates da justiça e política no Brasil. Diante dos atos registrados no dia 8 de janeiro, as consequências legais foram significativas, porém a capacidade da fuga dos condenados reflete a complicação dos sistemas de justiça e segurança.

Já o caso dos bolsonaristas que romperam suas tornozeleiras para a fuga serve como um lembrete dos desafios constantes que o Brasil enfrenta. Por exemplo, nos termos de governança, justiça e até estabilidade política. De um lado, as autoridades brasileiras trabalham para resolver as questões e do outro são observadas pela comunidade internacional.

Atos 8 de janeiro
Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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