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Acusada é condenada por estelionato após aplicar golpe “bolsa-remédio”

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Em sentença proferida pela juíza de Direito Betina Meinhardt Ronchetti, da 16ª vara Criminal de Porto Alegre/RS, a acusada foi condenada por estelionato (artigo 171 do Código Penal), após aplicar golpe “bolsa-remédio”.

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Condenada por estelionato

Conforme consta no processo, as testemunhas afirmaram que a acusada se passava por uma agente de saúde, trajando um jaleco e abordando as vítimas em suas próprias residências. Em uma das ocasiões, teria informado a um casal de idosos que as consultas médicas seriam realizadas em suas casas, em vez de ocorrem no posto de saúde. Em outra oportunidade, teria garantido remédios de forma gratuita.

Após convencer as vítimas, a ré as orientava a colocar o cartão de crédito e a senha juntamente em um envelope, alegando que era necessária para a realização de um cadastro, e então lacrava o envelope.

Ao final da “consulta”, a golpista trocava o envelope com cartão e senha por outro qualquer.

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No julgamento da ação penal, a magistrada apontou que a autoria do golpe era sempre da mesma pessoa, dizendo que

vale dizer, da ré, que foi identificada seguramente por uma das vítimas, apontada por outra e descrita por todas da mesma forma.

Afirmou ainda que as ocorrências policiais referentes aos estelionatos, autos de arrecadação e extratos bancários, além de outros elementos, serviram para atestar a culpa da acusada. Da mesma forma, salientou a juíza que as vítimas eram sempre vulneráveis, todas acima de 60 anos de idade, o que agravou a pena final.

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As circunstâncias são graves porque a ré utilizava a fragilidade na saúde das vítimas para ludibriá-las, culminando por deixá-las com menos condição econômica de fazer frente a esses problemas, disse.

A pena foi fixada em 10 (dez) anos de reclusão em regime inicial fechado, mas com a possibilidade de recorrer em liberdade.

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*Esta notícia não reflete necessariamente o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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