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Ao sair da farmácia, aposentado é baleado durante operação policial

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Um homem aposentado de 63 anos foi baleado ao sair de uma farmácia em São Gonçalo, na região metropolitana carioca, enquanto a Polícia Civil do Rio De Janeiro realizava operação.

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A corporação nega que os tiros que mataram o transeunte tenham sido disparados por policiais. Além disso, A PCRJ fez uma publicação nas redes sociais dizendo o seguinte: “o Ministério da Saúde adverte: nunca atire na Polícia Civil.”

De acordo com a Polícia Civil, a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), em ação conjunta aos agentes da 72ª DP (São Gonçalo) e da 73ª DP (Neves), estavam realizando uma operação para combater o roubo de cargas na região na última terça-feira (28).

Uma barreira de fiscalização foi montada pelos policiais. Um veículo suspeito, então, foi abordado pelos agentes. Os suspeitos tentaram fugir e seguiram em direção à comunidade do Salgueiro. Os agentes relatam que, ao chegar na comunidade, foram recebidos a tiros.

Os agentes conseguiram interceptar, mas houve confronto: dois suspeitos foram presos; um deles baleado na perna. No entanto, dois moradores também foram baleados durante a ação: José Carlos da Silva Corrêa, de 63 anos, na cabeça; e Renato Peixoto Lage, de 53 anos, no pescoço, de raspão. Renato, que vende aparelhos eletrônicos em uma banca na calçada, recebeu alta. O enterro de José foi realizado no domingo (03/10) pela manhã.

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No mesmo dia do ocorrido, a PCRJ fez publicação nas redes sociais dizendo com os seguintes dizeres: “o Ministério da Saúde adverte: nunca atire na Polícia Civil” e “a reação da Polícia depende da ação dos criminosos. O papo tá dado!”. Em nota, a PCRJ ainda disse o seguinte:

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A postagem afirma que reação da polícia depende da ação dos criminosos e busca desestimular ações violentas contra o Estado, em uma linguagem clara a todos. No caso concreto, as provas colhidas inicialmente indicam que os tiros partiram de traficantes, que ao tentarem atingir policiais civis atingiram as vítimas que se encontravam atrás dos policiais. A Polícia Civil se empenhará na qualificação e prisão desses criminosos.

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