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Após sofrer violência sexual, mulher pula de segundo andar para fugir

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Na quarta-feira da semana passada, dia 14/07, uma mulher pulou do apartamento onde trabalhava como diarista, localizado no segundo andar de um prédio na zona sul de Teresina/PI, após sofrer agressão sexual. O 5º Batalhão da Polícia Militar de Teresina prendeu o agressor, um advogado, em flagrante.

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O acusado havia contratado a mulher para supostamente fazer faxina no apartamento dele. As câmeras de segurança do local gravaram ambos, vítima e agressor, chegando ao local por volta das 15h07. Pelas mesmas câmeras foi possível observar que duas horas depois, a mulher correndo pelo hall de entrada.

Em depoimento a um jornal piauiense, a mulher afirmou que se viu em perigo ao limpar o quarto do advogado, pois teria visto muitos preservativos masculinos usados pelo chão. Em seguida ela teria ido para a sala quando, então, ele a teria agarrado.

A mulher afirma que gritou por socorro, porém não teria sido ouvida. Após o crime, o agressor teria deitado no sofá e mandado que a vítima continuasse a faxina, ameaçando-a de estupra-la novamente.

Nesse momento a mulher foi até a varanda para analisar a altura. As imagens das câmeras, inclusive, mostram a vítima caminhando pela varanda e olhando para baixo até que, aproximadamente 17h04, ela pulou.

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Quando já havia atingido o chão, a mulher começou a correr e encontrou um homem que a levou até a portaria do prédio, onde contou o acontecido e foi acusada pelo porteiro de mentir. Somente depois encontrou uma outra mulher, que a acolheu e chamou a polícia.

Em seguida, os policiais a levaram à Central de Flagrantes de Gênero de Teresina e a encaminharam para a Maternidade Evangelista Rosa para a realização de exames, que comprovaram a violência sexual sofrida.

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Quatro novas denúncias

Para a polícia, o advogado acusado de cometer o crime afimrou que a relação foi consentida. Todavia, apenas um dia após a sua prisão, outras quatro mulheres procuraram a Delegacia de Atendimento à Mulher e acusaram o homem de atraí-las à casa dele e cometer ato de violência sexual contra elas.

À delegada da DEAM, Vilma Alves, as mulheres afirmaram que não o denunciaram antes por medo da condição dele de advogado.

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