"No dia 12 de junho de 2000, diversos cidadãos brasileiros estavam cumprindo parte de suas rotinas diárias ao embarcar no ônibus nº 174, no Rio de Janeiro. O que essas pessoas não esperavam era que, por volta das 14h20min

"O pai da criança, Alexandre Nardoni, afirmou, inicialmente, que seu apartamento teria sido assaltado e que um dos assaltantes teria arremessado brutalmente a menina pena janela. Alexandre afirmou que ao chegar em casa

"A cena do crime exalava crueldade, acentuada pela toalha suja de sangue que estava enfiada na boca de Marísia. O mórbido detalhe teria sido realizado, segundo a confissão de Cristian, pois a vítima, após os golpes