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Biometria não confirma que jovem é Madeleine McCann, segundo detetive que acompanha o caso

O detetive particular Francisco Marco, que atuou no caso do desaparecimento de Madeleine McCann, acredita que não são verdadeiros os indicativos de que a polonesa Julia Wendell seja a britânica que sumiu em Portugal em 2003.

Detetive particular encarregado do caso de Madeleine McCann realiza biometria entre a menina desaparecida e a jovem de 21 anos que afirma ser ela

Em entrevista à rádio catalã RAC 1, o detetive informou que fez uma biometria comparada entre as fotos de Julia e Madeleine e que não encontrou semelhança entre as duas — ou seja, as feições não combinaram.

Apesar disso, Marco disse que não é possível dar um veredicto sobre a identidade de Julia, por não ter sido feito um exame genético. Mas, ele sugeriu à rádio que a jovem seria uma fraude para ganhar seguidores na Internet.

“Posso achar que é fraude, mas não posso dizer sem provas. Essa jovem procurou a polícia e ninguém deu atenção, tendo, então, aberto a conta de Instagram onde já tem milhares de seguidores, sendo que antes tinha muito poucos. O primeiro passo deveria ser contatar a família biológica e não os McCann através do Instagram.”

O nome de Julia veio à tona recentemente, após a jovem sugerir nas redes sociais que pode ser a britânica Madeleine McCann, que desapareceu aos três anos de idade, durante uma viagem de férias a Portugal.

Em seus primeiros relatos no Instagram, no início deste mês de fevereiro, ela disse que começou a suspeitar que é Madeleine após declarações da avó sobre um pedófilo. Contudo, não deu mais detalhes sobre o assunto. 

Somente disse que também tem poucas lembranças da infância e que, em 2018, chegou a ser internada em um hospital psiquiátrico para lidar com memórias de abusos.

Fonte: Metrópoles

Daniele Kopp

Daniele Kopp é formada em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Pós-graduada em Direito e Processo Penal pela mesma Universidade. Seu interesse e gosto pelo Direito Criminal vem desde o ingresso no curso de Direito. Por essa razão se especializou na área, através da Pós-Graduação e pesquisas na área das condenações pela Corte Interamericana de Direitos Humanos ao Sistema Carcerário Brasileiro, frente aos Direitos Humanos dos condenados. Atua como servidora na Defensoria Pública do RS.

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