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Cartão de crédito virtual é seguro?

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Cartão de crédito virtual é seguro?

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Em vésperas de comemorações de fim de ano, não teria outro assunto tão em alta para se falar senão a segurança das compras online. Muitos já se antecipam em comprar presentes para não deixar de última hora e não arriscar estar em falta, outros aproveitam o famoso Black Friday para economizar, ou seja, as compras virtuais tendem a aumentar nestes últimos dois meses do ano.

E com isso, a insegurança das compras online vem à tona. Questionamentos como “este site é seguro?”, “será que o produto vai chegar?” e “se eu tiver algum problema eu tenho o estorno?” são comuns.

Mas o que muitos não se perguntam é: será que alguém vê os dados que eu insiro no ambiente virtual? Em alguns casos, infelizmente sim. E a consequência disso é o famoso “eu não reconheço essa transação”.

Como já dito em outro artigo voltado para a segurança de um site, é extremamente visível o campo que demonstra se os dados enviados pelo comprador estão sendo criptografados. Isso porque o site tem que iniciar com “HTTPS”, que, traduzido para o português, é conceituado por “protocolo de transferência de hipertexto seguro”.

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Vejamos:

cartão de crédito virtual 01

O cadeado verde se chama certificado SLL (Secure Socket Layer), que é um mecanismo de proteção padrão que garante a integridade de qualquer dado sensível trocado entre dois sistemas.

Assim, caso a plataforma escolhida não possua este certificado, não significa que a loja não seja confiável. Contudo, existe um risco de exposição dos dados de todos os clientes que efetuaram compras em caso de invasão por um cibercriminoso.

Cartão de crédito virtual

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Buscando proteger o consumidor e garantir o bom funcionamento do e-commerce, tendo em vista a crescente prática das fraudes virtuais com a consequente responsabilização das instituições bancárias, as mesmas criaram o cartão de crédito virtual.

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Este cartão é um espelho do cartão de crédito do titular, com apenas uma diferença. Ele possui um número e um código de segurança provisório, ou seja, ele é válido somente para uma compra virtual, ou, dependendo da instituição, para um pacote de compras. Ao final, esse cartão virtual é descartado, ou seja, se torna inválido para outras utilizações.

Assim, caso o cibercriminoso possua acesso aos dados no momento da compra pelo titular, não conseguirá utilizá-lo, minimizando, portanto, os riscos de fraude no ambiente virtual. Em geral, o Banco investiu na criação de um mecanismo que permita ao consumidor transacionar com tranquilidade.

Vejamos o Banco Itaú:

cartão de crédito virtual 02

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Vejamos a Caixa Econômica:

cartão de crédito virtual 03

Ressalta-se que não existe uma fatura exclusivamente digital, visto que a cobrança das transações realizadas através do cartão virtual se dá na fatura do cartão principal do titular.

Agora, este novo modelo não é objeto de isenção de responsabilidade dos bancos em caso de eventual fraude, mas já é um alto passo para a garantir a segurança virtual das compras online.

Portanto, recomenda-se que neste momento de altas compras você busque em sua instituição bancária o cartão virtual, para garantir a segurança de suas transações e assim minimizar a ação dos cibercriminosos.

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Por outro lado, caso sua instituição não ofereça este serviço, fique atento com o site desejado verificando se este possui certificado SSL, se os dados do fornecedor estão no rodapé da página para contato, e não se esqueça de ler a política de privacidade. Ainda, obtenha um programa de antivírus instalado e atualizado.

Agora, caso você seja vítima de uma fraude virtual, contate imediatamente a administradora de seu cartão contestando a compra e solicitando maiores dados, pois é dever da instituição passar e um direito seu de buscar proteção no judiciário.

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