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Caso Richthofen: Andreas, com carreira exemplar, vive drama

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Formado em Farmácia e Doutor em Química pela USP, Andreas é considerado aluno excepcional por sua orientadora, mas, apesar da carreira promissora, aparenta continuar a sofrer com o caso, em meio a problemas pessoais.

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Depois do lançamento de dois filmes retratando o caso de pontos de vista distintos e, em meio a polêmicas sobre suas divergências, Andreas von Richthofen, filho mais novo do casal assassinado, voltou a ser assunto em veículos de comunicação.

Em 2006, conforme relatado em reportagem de Laura Diniz e Roberta Pennafort, o jovem Andreas, então com 19 anos, prestou depoimento em uma situação extremamente difícil: teve de desmentir as falas de Suzane a respeito de uma arma que ela pediu a Andreas para esconder. Suzane disse que a arma era do irmão. O promotor do Caso, Roberto Tardelli, disse sobre Andreas:

Um menino de ouro.

Ao mesmo tempo que estava sob suspeita de participar do crime, era acusado de prejudicar a própria irmã com cada fala. Ele então revelou ao júri que se sentiu coagido pela irmã, e que por isso seguiu a orientação dela para esconder a arma. Além disso, contou que também foi forçado a escrever um bilhete em que desabonava a irmã. Disse ele á época do caso:

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Quem ditou o bilhete foi a minha irmã, fazendo chantagem emocional. Na época, eu não sabia o que sentia por ela.

Depois disso, Andreas, então único herdeiro do da fortuna de seus pais, iniciou uma carreira acadêmica muito promissora. Andreas foi aprovado em terceiro lugar no vestibular para Farmácia na USP, além de ter passado também para medicina na Unifesp. Disse uma ex-professora de Andreas na USP a reportagem da Isto é

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Além de extremamente inteligente, sempre foi atencioso, respeitoso e gentil.

As últimas notícias públicas sobre Andreas dão um tom diferente à sua condição. Andreas foi encontrado no Hospital Municipal do Campo Limpo, em São Paulo e foi descrito pela equipe médica como alguém de “olhos vidrados” e “higiene precária”, além de usar roupas rasgadas. Ele foi levado para lá depois de ter invadido uma casa na zona sul de São Paulo. Os policiais relataram que ele não ofereceu resistência e que dizia frases desconexas quando encontrado. Além disso, estava de posse de uma caixa de joias. Dentro, uma medalha cunhada com o sobrenome von Richthofen.

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