Psicologia criminal O termo é ruim e ambíguo. Mal definido, mal colocado. Até redundante. Fica aqui, nesse texto, apenas como uma possibilidade, e não como uma definição. No Brasil, a “psicologia criminal” ainda engatinha. Hollywood – de que estamos abarrotados – costuma nos encaminhar impressões estranhas e

Crime e mal-estar. Freud voltou (se, um dia, chegou a ir). Aliadas às da economia política, suas categorias são cada vez mais lúcidas e úteis para que possamos compreender o fenômeno do crime. Talvez aqui, na economia política e na psicanálise, tenhamos todos os ingredientes de entendimento