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Cigana acusada de golpe milionário ganha direito a tratamento dentário particular em presídio

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) concedeu à cigana Rosa Stanesco Nicolau, conhecida como “Valéria de Oxalá”, o direito de receber tratamento dentário de seu dentista privado dentro do Instituto Santo Expedito, localizado no Complexo Penitenciário de Bangu.

O desembargador Paulo Cesar Vieira de Carvalho, da 4ª Câmara Criminal, atendeu ao pedido da defesa de Nicolau durante o Plantão Judiciário. Os advogados da vidente argumentaram a impossibilidade de sua cliente se alimentar adequadamente e que ela já havia perdido cerca de 40kg.

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Imagem: Reprodução/Fantástico

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Requerimento de prisão domiciliar negada

Numa ação anterior, a defesa havia requerido a concessão da prisão domiciliar para Nicolau, para que ela pudesse realizar o tratamento em uma clínica particular. Esta necessidade surgiu devido à alegada incapacidade da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) em fornecer o tratamento adequado.

Em resposta, a Justiça negou o pedido de prisão domiciliar, mas permitiu que Nicolau pudesse receber tratamento em seu consultório dentário particular, desde que acompanhada por uma escolta policial.

Tentativa de continuação do tratamento dentário

Em uma nova solicitação feita no Plantão Judiciário, a defesa da cigana alegou que a autorização para visitas ao consultório do dentista particular tornava o tratamento dentário inviável. Nicolau apenas conseguiu permanecer por 15 minutos no consultório, acompanhada por policiais, argumentou a defesa.

Cigana na prisão

Rosa Stanesco Nicolau, a “Valéria de Oxalá”, está presa acusada de aplicar um golpe estimado em mais de 700 milhões de Reais contra a idosa Geneviève Boghisi. A cigana foi presa em seu apartamento em Ipanema, onde a polícia apreendeu obras de arte, joias, e dinheiro que foram supostamente roubados da idosa.

Sabine Boghisi, filha da vítima e cúmplice no crime, foi presa mas morreu pouco tempo depois ao cair do apartamento onde morava na Lagoa. Valéria enganou as vítimas alegando que faria “trabalhos de limpeza espiritual” para elas.

Fonte: O Globo

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