- Publicidade -

Condenada conhecida como “Barbie do crime” se entrega à polícia

Conhecida como “Barbie do crime”, a modelo Bruna Cristiane Menezes, de 30 (trinta) anos se apresentou à Polícia Civil na última quinta-feira (25), em Goiânia.

- Publicidade -

“Barbie do Crime”

Bruna foi condenada, em setembro de 2015, pelo crime de estelionato, por vender celulares a duas pessoas, mas nunca ter entregado os produtos. A condenação resultou na prestação de serviços comunitários e no pagamento de multa de 10 (dez) salários mínimos.

O mandado de prisão havia sido expedido em decorrência do descumprimento das medidas impostas pelo Juízo de Execução, uma vez que não cumpriu a prestação de serviços à comunidade.

Conforme manifestação do delegado Rilmo Braga, a condenada formulou um acordo com a Delegacia Estadual de Capturas (Decap) na última quarta-feira (24) combinando os termos de sua entrega. Ela passará pelos trâmites formais, como exame de corpo de delito, e deverá ser encaminhada para a Casa do Albergado.

- Publicidade -

O mandado de prisão havia sido expedido pelo Juiz da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas, Wilson Silva Dias, que apontou que a ré não cumpriu a pena que lhe foi determinada. O magistrado afirmou que:

O quadro desenhado nesta execução penal é absolutamente constrangedor do ponto da punibilidade, pois, desde 2017, a sentenciada não cumpre a pena de prestação de serviços à comunidade, sendo inexitosa sua localização em razão da diversidade de mudança de domicílio sem comunicar a este juízo, além de incorrer em descumprimento das condições judiciais e legais da pena restritiva de direito imposta.

Da mesma forma, a acusada foi intimada para duas audiências no fito de justificar o motivo do descumprimento, mas não foi encontrada nos endereços por ela fornecidos, tampouco compareceu às audiências.

Assim, segundo o juiz responsável pelo caso:

Não pode o Judiciário aguardar o bel prazer da sentenciada, voluntariamente e espontaneamente, em querer cumprir a lei. Ela deve cumprir, pois demonstrou ignorar a lei, a decisão judicial, sentença que fixou a reprimenda e os órgãos de controle da execução penal, furtando-se do cumprimento da pena e achando-se, talvez, estar acima da lei.

- Publicidade -

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

Leia mais:

PL pretende alterar o rito processual penal contra autoridades no STJ e STF


Quer estar por dentro de todos os conteúdos do Canal Ciências Criminais?

Siga-nos no Facebook e no Instagram.

- Publicidade -

Disponibilizamos conteúdos diários para atualizar estudantes, juristas e atores judiciários.

- Publicidade -

Comentários
Carregando...

Este website usa cookies para melhorar sua experiência. AceitarLeia Mais