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CPMI do 8 de janeiro pede o indiciamento de Bolsonaro, Braga Netto e mais 59 pessoas; confira a lista

Relatório final da CPMI indica 61 pessoas, incluindo o ex-presidente.

No calor dos desdobramentos políticos deste ano, o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) de 8 de janeiro foi lido nesta terça-feira pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

O relatório solicita o indiciamento de 61 pessoas, incluindo membros e aliados do governo passado. Nomes como Jair Bolsonaro, Anderson Torres, Walter Braga Netto, Augusto Heleno, Luis Eduardo Ramos, Paulo Sérgio Nogueira e a deputada federal Carla Zambelli estão presentes na lista.

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Senadora Eliziane Gama. Imagem: Metrópoles

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Por que Bolsonaro está sendo indiciado na CPMI?

Eliziane Gama indicou Bolsonaro como um dos principais autores intelectuais dos movimentos antidemocráticos iniciados após o segundo turno das eleições de 2022. Segundo a senadora, esses movimentos resultaram no ataque aos prédios do Judiciário, Legislativo e Executivo em Brasília no início do ano.

O que motivou as acusações contra outros integrantes do governo Bolsonaro?

Os demais integrantes do governo Bolsonaro também receberam acusações de serem autores intelectuais de uma tentativa de golpe de estado. Estes indivíduos estariam supostamente envolvidos em uma minuta que discutia a possibilidade de uma intervenção militar, o que impediria a mudança de governo.

Quais são as alegações contra Silvinei Torres?

Prisioneiro desde agosto, Sivilnei Torres foi denunciado pela senadora de usar recursos da Polícia Rodoviária Federal para dificultar a locomoção de eleitores durante o segundo turno das eleições e por sabotar a proteção estabelecida para impedir ataques às sedes dos três poderes. Durante os eventos tumultuosos, ele estava nos EUA, sendo preso assim que desembarcou no Brasil.

Como Walter Braga Netto e Carla Zambelli se encaixam nisso?

Enquanto isso, Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa, é investigado se como possivelmente agiu como um mediador entre Bolsonaro e os membros de acampamentos militares. A deputada federal Carla Zambelli foi associada ao recebimento de R$ 40 mil para invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça, supostamente visando emitir um mandado de prisão contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Fonte: Extra

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