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Operações contra crimes na Amazônia surpreendem garimpeiros em lugares INÉDITOS da floresta

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Polícia Federal estão empenhados em conter o avanço do garimpo ilegal de ouro, que se expande das terras indígenas para áreas de preservação designadas pelo governo na Amazônia. A repressão ao garimpo em reservas indígenas estava em curso, mas isso tem levado alguns garimpeiros a migrar para outras áreas florestais com menor fiscalização.

Recentemente, agentes armados do ICMBio desembarcaram de helicópteros em acampamentos de garimpeiros nas regiões elevadas do Tapajós, um afluente do rio Amazonas. Essa ação resultou na queima de barcaças utilizadas para processar o minério, destruição de escavadeiras e motosserras, além da apreensão de armas, rádios e balanças usadas pelos garimpeiros para avaliar o ouro.

garimpo na amazônia
Imagem: Reprodução/Brasil de Fato

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Garimpos na Amazônia

Em uma missão recente, um fotógrafo da Reuters acompanhou uma equipe do ICMBio até a Floresta Nacional de Urupadi, no Amazonas. Lá, agentes desmantelaram acampamentos de garimpeiros, destruindo barracas, escavadeiras, equipamentos de dragagem e estoques de combustível. Os garimpeiros haviam desmatado vastas áreas e escavado várias lagoas para extrair ouro, separando-o da areia e do minério com mercúrio, uma substância tóxica que polui os rios e envenena os peixes.

Durante a ação, os agentes dispararam contra barcos a motor que tentavam fugir e destruíram barris de óleo diesel. As escavadeiras foram incendiadas para impedir seu uso futuro. Foram identificados 20 garimpos e 11 pistas de pouso clandestinas na floresta, apreendendo grandes quantidades de mercúrio e milhares de litros de diesel.

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