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Defesa de Daniel Alves entrega recurso para liberar o atleta; expectativa é que jogador deixe a prisão dentro de um mês

O prazo se encerrou nesta segunda-feira, 30 de janeiro, e os advogados de Daniel Alves apresentaram o recurso que pede à Justiça espanhola que o jogador responda à acusação de agressão sexual em liberdade. 

Após a ação, a defesa acredita que o atleta deixará a prisão em menos de um mês.

Advogado de Daniel Alves acredite que ele deixará a prisão em menos de um mês

O lateral da seleção brasileira está preso de forma preventiva há mais de uma semana na penitenciária Brians 2, em Barcelona. 

O jogador é acusado de ter estuprado uma jovem no banheiro de uma festa no último dia 30 de dezembro. Daniel foi detido após prestar depoimentos contraditórios à polícia

Segundo a apuração do jornal espanhol El Periódico, o recurso foi entregue pela defesa do brasileiro nesta terça-feira, data-limite do fim do prazo, ao 15º Tribunal de Instrução de Barcelona. 

Vale lembrar que Daniel Alves ainda não é considerado réu na Justiça espanhola e a corte ainda analisa se o caso deve ou não ir a julgamento.

O pedido para que o jogador responda o caso em liberdade será transferido para a Audiência de Barcelona — a instância mais alta da Justiça local, que será quem julgará se aceita ou não o recurso. Após essa decisão, a defesa da jovem que acusa o brasileiro do crime poderá apresentar mais provas do caso para reverter o cenário.

Fontes que entraram em contato com o jornal El Mundo falaram que a expectativa é de que a Justiça aceite o recurso no prazo de um mês. A estratégia traçada pela defesa de Daniel Alves foi afirmar que a relação entre os dois teria sido consensual.

Fonte: G1

Daniele Kopp

Daniele Kopp é formada em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Pós-graduada em Direito e Processo Penal pela mesma Universidade. Seu interesse e gosto pelo Direito Criminal vem desde o ingresso no curso de Direito. Por essa razão se especializou na área, através da Pós-Graduação e pesquisas na área das condenações pela Corte Interamericana de Direitos Humanos ao Sistema Carcerário Brasileiro, frente aos Direitos Humanos dos condenados. Atua como servidora na Defensoria Pública do RS.

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