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Deputada bolsonarista é investigada pela suposta prática de “rachadinha”

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A deputada do Paraná Aline Sleutjes (PSL) foi alvo de quebra de sigilo bancário cumprida pela Polícia Federal, tendo sido identificado que a parlamentar recebeu cerca de R$ 150 mil de dois assessores, sendo, portanto, investigada pela suposta prática de “rachadinha”. As informações fazem parte do inquérito que investiga atos antidemocráticos.

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Investigada pela suposta prática de “rachadinha”

A deputada já prestou dois depoimentos à PF, um em 14 de setembro de 2020 e outro em 22 de outubro do mesmo ano, enviando ao delegado um documento com mais informações sobre o caso.

Em um dos depoimentos, a parlamentar alegou que emprestou a quantia de R$ 50 mil a seu chefe de gabinete, Marcelo Vinicius Collere, diante de necessidades pessoais decorrentes de dificuldades financeiras até assumir a função no gabinete da declarante”, tendo o empréstimo já sido quitado. Afirmou também que os outros R$ 68 mil recebidos mesmo assessor eram referentes a gastos do gabinete, que deveriam ser reembolsados pela Câmara. O salário de Collere atualmente é de R$ 15,7 mil por mês.

Andressa Collere, irmã de seu assessor, também a enviou a quantia de R$ 20,5 mil, e afirmou que Marcelo foi quem havia determinado o pagamento para quitar a dívida com a deputada. Outra quantia transferida da irmã para Aline não foi discriminada pela PF.

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Mais uma transferência, agora de R$ 40 mil, foi efetuada pelo seu antigo assessor, Renan Gregory, que recebia o salário de  R$ 6,6 mil. No interrogatório a deputada disse não se lembrar do motivo do repasse, mas, um mês depois, a defesa da parlamentar afirmou que Gregory havia intermediado a venda do carro de Aline.

Outros repasses foram realizado à deputada e chegam à quantia aproximada de mais R$ 40 mil.

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Sleutjes foi uma dos 11 parlamentares que tiveram o sigilo bancário levantado em junho de 2020, após requisição feita pela Procuradoria-Geral da República e deferimento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Aline Sleutjes é uma das 11 parlamentares bolsonaristas que tiveram o sigilo bancário levantado em junho de 2020 por ordem de Alexandre Moraes, que conduz o inquérito dos atos antidemocráticos. A quebra de sigilo foi solicitada pela PGR. Os demais foram: Daniel Silveira, Carla Zambelli, Bia Kicis, Cabo Junio do Amaral, Caroline de Toni, Alê Silva, General Girão, Guiga Peixoto, do PSL; e Otoni de Paula, do PSC.

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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