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Desembargador recebeu R$ 6 milhões enquanto esperava julgamento

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Nos últimos 10 anos, o desembargador Amado Cilton Rosa recebeu o equivalente a R$ 6 milhões do Tribunal de Justiça do Tocantins em salários e benefícios. Durante esse tempo, Rosa estava afastado por decisão da Justiça pela acusação de ter vendido sentenças enquanto atuava como desembargador do TJ.

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Recebeu R$ 6 milhões

A Polícia Federal foi responsável pelas investigações, no bojo da Operação Maet, deflagrada no ano de 2010. Já na última terça-feira (20/04), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou Amado do cargo e decidiu aposentá-lo compulsoriamente, mantendo seus proventos proporcionais.

Desse modo, o ex-desembargador continuará recebendo o montante de R$ 30 mil mensais, pagos pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev).

No inquérito investigativo, consta um cheque assinado pela esposa de Amado entregue aos familiares de um réu por homicídio. Segundo a PF, o cheque de R$ 50 mil poderia ser descontado pela família do acusado se o magistrado não concedesse Habeas Corpus ao rapaz.

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Fernando Keppen, conselheiro relator do caso, apontou que Amado ainda vendia outras decisões em valores aproximados entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

O CNJ entendeu de forma unânime pela responsabilidade de Amado, todavia, a decisão se deu apenas em âmbito administrativo. Já a ação penal corre em separado, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em virtude da prerrogativa de foro do acusado.

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Amado não era juiz de carreira, mas fazia parte do quinto constitucional, onde se reserva, por lei, uma vaga na composição dos tribunais a integrantes do Ministério Público ou da Ordem dos Advogados do Brasil. O magistrado era procurador do MP do Tocantins.

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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