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Diretora de escola estadual é acusada de transfobia e assédio moral

A diretora de uma escola estadual de Diadema, São Paulo, foi acusada de transfobia e assédio moral pelos alunos da instituição. Ela também foi acusada de impedir que os estudantes do período da noite jantem no colégio. Segundo os estudantes, a diretora teria impedido que uma aluna trans usasse o banheiro feminino dentro da escola e determinou que ela fosse chamada pelo nome de registro durante a permanência na instituição de ensino.

O caso ganhou repercussão após o grêmio estudantil organizar uma sério de protestos contra a diretora. Segundo eles:

Ela oprime as alunas em questão de vestimentas, ameaça dar advertência e suspensão sobre qualquer coisa. Muitos alunos não conseguem comprar uniforme escolar, vão com calça normal e, dependendo do tipo de calça, ela reclama. A gente se sente vigiado o tempo todo, reprimido.

A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo (Seduc-SP) informou por meio de nota, que a diretora da instituição foi afastada do cargo até que seja concluído processo de apuração preliminar para averiguar as denúncias feitas pelos estudantes.

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