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O Enfermeiro da Noite: o que aconteceu com o Serial killer Charles Cullen?

O enfermeiro da noite é a nova aposta da plataforma de streaming da Netflix. O filme foi estreado na última quarta-feira (26), e conta a história do serial killer Charles Cullen, um enfermeiro que assassinava pacientes com medicamentos e substâncias nos Estados Unidos.

Charles Cullen
Serial Killer Charles Cullen. Imagem: Infobae

Quem foi Charles Cullen

Cullen era um enfermeiro que confessou ter matado 40 pessoas que estavam sob seus cuidados no hospital em que trabalhava. No entanto, acredita-se que o número de assassinatos pode chegar a 400.

Charles foi preso em Novas Jersey  por uma acusação de assassinato e uma tentativa de homicídio em um restaurante em 14 de dezembro de 2003. A partir daí, ele começou a relatar seu envolvimento com outras diversas vítimas.

Como parte do seu acordo de confissão, ele pediu para que não buscassem a pena de morte por seus crimes, foi ai que em abril de 2004, o serial killer se declarou culpado em um tribunal de Nova Jersey por matar 13 pacientes e tentar matar outros dois por injeção letal.

Já Em novembro de 2004, Charles Cullen se declarou culpado por matar seis pacientes e tentar matar outros três.

Atualmente, ele cumpre pena na prisão da Pensilvânia, após ser condenado a 11 penas de prisão perpétua consecutivas e  inelegível para liberdade condicional por 397 anos.

A história de Charles Cullen

O assassino em série nasceu em 1960 e era o filho mais novo de sua família, seu pai era motorista de ônibus e sua mãe ficava em casa para criar seus filhos. O seu pai morreu quando ele ainda era criança, mas ainda em vida, estuprou Cullen.

Charles tentou diversos suicídios, o primeiro deles aos nove anos bebendo produtos químicos. Depois disso, ele tentou tirar a própria vida por 20 vezes.

A sua mãe morreu quando ele tinha 17 anos. Isso o fez desistir do ensino médio e se alistar na Marinha dos EUA, em 1978, até ser dispensado em 1984. Depois de deixar a Marinha, ele fez um curso de enfermaria e conseguiu um emprego no hospital St. Barnabas Medical Center em Livingston, Nova Jersey, quando começou a fazer suas primeiras vítimas.

Fonte: UOL

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