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Especialista em linguagem corporal analisa comportamento de Julia Faustyna, a suposta Madeleine McCann

Uma jovem polonesa chamada Julia Faustyna afirmou que é Madeleine McCann, a criança britânica que desapareceu em 2007 durante uma viagem de férias com seus pais e irmãos.

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Após uma análise da linguagem corporal da jovem por um especialista, foram encontrados detalhes interessantes. No entanto, ainda não se sabe se Julia Faustyna está falando a verdade ou não e se ela será exposta como mentirosa.

Os pais de Madeleine, Gerry e Kate McCann, ainda mantêm a esperança de encontrar sua filha viva depois de todos esses anos.

Recentemente, Julia, uma mulher polonesa, revelou sua história ao público e está sendo apoiada por um detetive particular chamado Dr. Fia Johansson para provar suas alegações. Ambas as mulheres estão atualmente nos Estados Unidos aguardando os resultados de um teste de DNA.

A história de Julia Faustyna tem gerado muito interesse nos EUA, a ponto dela e sua detetive serem convidadas para o talk show “Dr. Phil”.

Durante o programa, o Dra. Johansson explicou por que acredita que sua cliente está dizendo a verdade: ela sempre fornece as mesmas respostas, independentemente de como a pergunta é feita. Em contrapartida, os mentirosos tendem a mudar suas histórias.

Durante sua análise da performance de TV de Poland-Maddie Julia Faustyna, a especialista em linguagem corporal Adrianne Carter notou vários detalhes interessantes.

A especialista observou que a suposta Madeleine no programa “Dr. Phil” exibiu sinais óbvios de estar “estressada ou ansiosa”

Carter observou que a suposta Madelaine no programa “Dr. Phil” exibiu sinais óbvios de estar “estressada ou ansiosa”, como por exemplo, engolir em seco quando Phil leu uma declaração dos pais de Julia.

Segundo Carter, engolir em seco é um gesto inconsciente que pode indicar ansiedade ou estresse. Se provas surgirem para refutar as alegações de Julia de que ela é Madeleine, isso pode explicar por que ela se sentiu ansiosa ou estressada durante a entrevista.

Além disso, Carter também notou que quando Julia foi questionada sobre os resultados do DNA, ela respirou fundo, o que pode indicar medo. Adrianne Carter acredita que Julia possa estar com medo de que os resultados do DNA possam provar que ela não é Madeleine, o que refutaria suas alegações.

Fonte: NEWS

Daniele Kopp

Daniele Kopp é formada em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Pós-graduada em Direito e Processo Penal pela mesma Universidade. Seu interesse e gosto pelo Direito Criminal vem desde o ingresso no curso de Direito. Por essa razão se especializou na área, através da Pós-Graduação e pesquisas na área das condenações pela Corte Interamericana de Direitos Humanos ao Sistema Carcerário Brasileiro, frente aos Direitos Humanos dos condenados. Atua como servidora na Defensoria Pública do RS.

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