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Ex-namorado de filha de pastor suspeito de contratar menor para matar família é preso

O ex-namorado da filha de um pastor de Itumbiara, em Goiás, foi preso nesta terça-feira, 6 de dezembro, sob a suspeita de ter contratado um menor para assassinar a família da ex-namorada.

De acorod com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o crime ocorreu em razão do término do relacionamento do suspeito com a filha do pastor, que era desaprovado pela família. A prisão preventiva aconteceu na cidade mineira de Uberlândia.

Ex-namorado de filha de pastor suspeito de contratar menor para matar família é preso
Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Defesa alega que suspeito é inocente

A defesa do suspeito expressou surpresa com a ordem de prisão preventiva. Reiterou a inocência do cliente e assinalou sua disposição em colaborar com a investigação. O acusado permanece aberto para prestar esclarecimentos à polícia, apesar da falta de acesso integral às provas, segundo seus advogados.

O assassinato

Paulo Célcio Pinheiro de Abreu, de 45 anos, foi vítima do crime no dia 7 de dezembro de 2023, quando foi morto ao chegar em casa. Após o crime, o menor que supostamente cometeu o assassinato foi apreendido no dia seguinte. Ele foi encontrado em um ônibus fugindo para São Simão, em posse da arma de fogo usada no crime.

De acordo com o Delegado Felipe Sala, após o fim do relacionamento com a filha do pastor, o suspeito chegou a ligar para a ex-namorada ameaçando tirar a própria vida. O rompimento desse relacionamento teria ocorrido muito em razão da desaprovação da família, que considerava a relação abusiva.

Investigação em andamento

A operação que resultou na prisão contou com o apoio da Polícia Civil de Minas Gerais. As investigações estão em andamento e a Polícia Civil continua trabalhando para esclarecer completamente o caso. O menor que supostamente cometeu o crime encontra-se apreendido, porém, até o momento, não revelou quem seria o mandante.

A defesa do suspeito insiste na presunção de inocência de seu cliente, princípio que é garantido pelo nosso ordenamento jurídico e que deve ser respeitado até que haja uma sentença condenatória final.

As investigações sobre o caso ainda estão em andamento.

Fonte: G1

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