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Genro de Araraquara quebra o silêncio sobre caso com sogro e revela bastidores criminosos da história

Júnior Virgilio, de 23 anos, revelou mais informações sobre a crise familiar desencadeada ao trair sua esposa, Camila Oliveira, com o próprio sogro, Edielson Oliveira. O incidente, que ocorreu na semana passada em Araraquara (SP), viralizou nas redes sociais e após sua esposa vazar conversas e vídeos íntimos de Júnior e do seu pai. 

Durante uma entrevista a TV Morada do Sol nesta terça-feira (28), ele alegou ter sido chantageado e ameaçado pelo sogro sempre que entrava em conflito com a esposa.

“A divulgação desses vídeos não foi autorizada por mim, de forma alguma. Ele usou esse tipo de material para me chantagear, para aumentar a pressão sobre mim, por ser uma pessoa doentia. Desde o início disso tudo, as ameaças só aumentaram” 

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Imagem: reprodução/ Diário de Pernambuco

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Ele relatou que o Edielson chegou a ameaçá-lo de morte, contratando alguém para machucá-lo ou até mesmo tirar a guarda do filho. Virgilio afirmou ter “entrado no jogo” do sogro, mantendo relações íntimas para coletar provas contra ele, que foram entregues ao advogado.

Explicação do genro

Virgilia contou ao jornal local que tudo começou após uma briga com a esposa, quando foi convidado pelo sogro a sair e ter relações sexuais com outra pessoa, enquanto o pai da esposa observava. Ele disse que, depois disso, foi chamado outras vezes para atividades semelhantes após discussões com a esposa. Ao recusar, passou a ser chantageado com a informação de ter traído a esposa em outras ocasiões.

“Sempre que brigava com minha esposa, ele me convidava para sair com outra pessoa. Se eu recusasse, ele usava isso para me chantagear, ameaçando contar para ela. Foi quando minha vida começou a ficar insuportável.”

Caso de Araraquara

A situação veio à tona quando Camila, ao verificar o celular do pai, descobriu o relacionamento entre ele e seu marido. Furiosa, ela decidiu compartilhar as mensagens trocadas entre os dois em sua rede social em 15 de novembro, além de gravações encontradas no celular em que eles apareciam juntos em um motel. O caso se tornou um caso policial.

Nas mensagens compartilhadas, Edielson e Júnior chegam a expressar sentimentos. “Você sabe que eu gosto de você”. Entretanto, o desenrolar da conversa sugere que o rapaz estaria mantendo relações em troca de dinheiro com o pai de sua esposa. “Você não vai me dar o dinheiro? Não vai acontecer de novo”, diz em uma das mensagens. 

A história se transformou em uma discussão no X (antigo Twitter), postada por um usuário e entrou para os assuntos mais comentados da plataforma. Após a exposição, vídeos circularam nas redes mostrando Edielson gritando em direção ao homem, alegadamente o genro; também foi reportado que o homem incendiou o carro do genro. 

Em certo momento, ele atira uma garrafa de vidro e cacos acabam ferindo uma vizinha. A situação escalou quando cerca de nove pessoas da comunidade agrediram o homem com socos, chutes e até mesmo cadeiras.

A Polícia Civil confirmou que o caso foi registrado como dano e lesão corporal na Delegacia Seccional de Araraquara e encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ) da cidade para investigação. O sogro foi agredido por membros da comunidade e levado à UPA do bairro, onde ficou internado.

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