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Governo Federal fará intervenção no Rio de Janeiro? Veja se está nos planos de Lula

Neste momento, o governo do presidente Lula reafirma sua decisão de não realizar uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro. Em vez disso, concentra seus esforços em fortalecer a segurança pública e combater o crime organizado, com destaque para a atuação da Polícia Federal.

Governo Lula mantém rejeição à intervenção federal no Rio de Janeiro 

O presidente Lula tem uma reunião marcada com o ministro da Defesa em 24 de outubro, com o propósito de explorar alternativas que envolvem as Forças Armadas em operações de fiscalização, incluindo o controle de armas e a monitorização do tráfico de drogas, visando asfixiar financeiramente o crime organizado. Paralelamente, o presidente deve se encontrar com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, no mesmo dia.

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Imagem: Conversa com o Presidente/CanalGov

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Enquanto isso, o secretário executivo da Justiça, Cappeli, assegurou que, por enquanto, a intervenção federal não está em consideração. Essa declaração foi feita em entrevista, onde enfatizou que essa questão não está na pauta no momento.

Alternativas em discussão: Envolvimento das forças armadas e visita à Condor

A Polícia Federal do Rio de Janeiro também conta com o apoio de alguns líderes políticos no estado, em meio a eventos recentes, como a morte de um miliciano que resultou em um dia caótico na Zona Oeste do Rio, com criminosos incendiando pelo menos 35 ônibus e um trem.

A visita do secretário Capelli à Condor, a principal empresa de armas não letais do país, tem o objetivo de explorar o sistema de rastreamento das armas vendidas pela empresa. O Ministério da Justiça vê essa medida como uma forma de prevenir episódios semelhantes ao desvio das 21 metralhadoras de grosso calibre do quartel de Barueri, na Grande São Paulo. 

As armas foram oferecidas à principal facção criminosa do Rio de Janeiro, e as investigações apontam que a oferta ocorreu há um pouco mais de um mês, logo após o feriado de 7 de setembro, com um grupo que roubou as armas exigindo R$ 180 mil por unidade.

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