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Homem apelidado como ‘Don Juan’ aplicou golpes pelo país

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David Alves Bezerra, o ‘Don Juan’, de 30 anos, foi preso no Ceará suspeito de cometer crime de estelionato por diversas regiões do país. Segundo a Polícia Civil de Goiás, ele teria feito ao menos sete vítimas em cidades do Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

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O delegado Leonilson Pereira afirmou que o “Don Juan” fingia ser fiscal da Receita Federal e servidor de outras instituições públicas para conseguir dinheiro das vítimas, em especial mulheres que seduzia a cair nos golpes. Segundo delegado:

Ele dizia que tinha acesso a bens eletrônicos de alto valor, que seriam leiloados por um valor bem abaixo do preço de mercado. Com isso, ele conseguia que as vítimas realizassem transferências financeiras na promessa de entregar esses objetos.

Ainda de acordo com o delegado, só em Goiás o suspeito causou um prejuízo de R$ 50 mil às vítimas.

Policiais do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri) de Valparaíso de Goiás cumpriram esta semana um mandado de prisão preventiva contra o suspeito.

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As investigações feitas até o momento demonstram que o dinheiro obtido por meio dos golpes, permitiam ao suspeito viver uma vida luxo, ostentada nas redes sociais.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito chegava a usar uniformes das instituições para transmitir maior credibilidade às vítimas:

Tivemos acesso à imagens que demonstram uma vida de luxo que ele levava, o qual exibia suas viagens, andanças em carros de luxo e manuseio de altos valores em dinheiro.

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O delegado também afirmou que a polícia optou pela divulgação da imagem do investigado para poder identificar outras possíveis vítimas.

Segundo as investigações, o suspeito abordava mulheres e as persuadia a encontrar compradores para supostos objetos que ele vendia. Daí o apelido “Don Juan”. Conforme afirmou o delegado:

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 As vítimas transferiam os valores e na data acordada para entrega dos objetos ele sumia. Para isso ele se utilizava de contas bancárias de terceiros, os quais caíam no encanto do golpista, sacavam os valores e repassavam para ele.

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