- Publicidade -

Homem teria sido preso e torturado após criticar Bolsonaro

- Publicidade -

O Juízo da Vara de Execução Penal do Distrito Federal recebeu um ofício do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após ser noticiado que um homem havia sido preso e torturado após criticar Bolsonaro. Ele teria estendido uma faixa chamando o presidente Jair Bolsonaro de genocida, tendo sofrido as agressões por parte dos agentes estatais na prisão.

- Publicidade -

Torturado após criticar Bolsonaro

De acordo com informações, Rodrigo Pilha foi preso no último dia 18, tendo prestado depoimento na Polícia Federal. No entanto, ao ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória II, foi recebido com agressões e tortura, sendo obrigado a dormir no chão desde o dia de sua prisão.

O juiz auxiliar da presidência do CNJ e coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, determinou que a Vara de Execução Penal do Distrito Federal apure o caso e realize uma oitiva de Pilha em até 48 horas. No mesmo sentido, também determinou ao diretor do centro de detenção a realização de exame de  corpo de delito do rapaz, a fim de se ter a descrição atual de seu estado clínico e de saúde”.

Disse Lanfredi no despacho:

- Publicidade -

A mesma autoridade penitenciária deverá encaminhar a este Departamento o(s) laudo(s) de exame de corpo de delito que conste(m) do prontuário do custodiado, informando a data em que o sentenciado submeteu-se à audiência de custódia, submetendo-se todos esses elementos em um prazo máximo de 72 horas.

O magistrado também solicitou a lista dos funcionários que atuaram no plantão dos estabelecimentos prisionais por onde Rodrigo passou, bem como outros documentos referentes aos procedimentos administrativos tomados quanto à prisão do rapaz, como relatórios de atendimento, de saúde e do laudo feito pela equipe psicossocial.

- Publicidade -

Terminou o despacho requerendo informações à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal, ao Ministério Público do Distrito Federal e à Defensoria Pública do Distrito Federal quanto às providências que foram adotadas.

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

Leia mais:

- Publicidade -

Entenda como identificar uma prisão ilegal e como agir diante disso


Quer estar por dentro de todos os conteúdos do Canal Ciências Criminais?

Siga-nos no Facebook e no Instagram.

Disponibilizamos conteúdos diários para atualizar estudantes, juristas e atores judiciários.

- Publicidade -

Comentários
Carregando...

Este website usa cookies para melhorar sua experiência. Aceitar Leia Mais