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Chocante! Serial killer Karl Denke vendia cintos e alimentos feitos a partir de suas vítimas

Karl Denke, o músico que foi terrível serial killer na Prússia do século 20

Na primeira metade do século 20, a cidade de Ziebice, na antiga Prússia, era frequentada por uma figura pública especial, conhecida pela sua personalidade caridosa e habilidade musical. Karl Denke era seu nome, conhecido por tocar órgão na igreja local e por ajudar os desabrigados, fornecendo-lhes refeições quentes. Porém, o pacífico tocador de órgão escondia uma realidade alarmante e monstruosa por trás de sua aparência benigna.

A verdade é que Denke não era apenas um mortífero serial killer, mas também uma espécie de comerciante de órgãos humanos. Ele alimentava os cidadãos famintos da cidade com a carne seus próprios alvos, que ele disfarçava como carnem de porco conservada. Os assassinatos frios foram num total de 40, com as vítimas sendo principalmente os desabrigados que ele supostamente atendia com seu trabalho de caridade.

Karl Denke
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A infância problemática de um futuro psicopata, Karl Denke

Nascido numa família de agricultores ricos e respeitados perto da fronteira entre a Polônia e a Alemanha, Denke foi uma criança problemática desde cedo, evitando a escola e fugindo de casa aos 12 anos de idade. A herança que seu pai deixou quando faleceu foi usada por Karl Denke para comprar uma pequena fazenda e, posteriormente, uma casa de dois andares em Ziebice, onde ele também alugou uma pequena loja de dois andares.

Uma fachada de comerciante para mascarar seus crimes

Aparecendo como um comerciante ordinário, Karl Denke oferecia uma variedade de itens em sua loja, incluindo suspensórios, cadarços de couro, cintos e alimentos. Elaborando potes de carne de porco em conserva, Denke conseguiu esconder um segredo aterrador. Na verdade, ele não abatia nem revendia porcos. Em vez disso, matava seres humanos e vendia os órgãos sob o disfarce de carne de porco.

Além disso, os cintos de couro, suspensórios e cadarços que ele vendia não eram feitos de pele de animal, mas da pele de suas vítimas. Em meio a isso, Denke continuava a usar sua imagem de bom cidadão, tocando órgão na igreja e até carregando cruzes em funerais.

Karl Denke
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A queda de um monstro

O fim do reinado de terror de Denke chegou em 21 de dezembro de 1924. Nesse dia, um homem ferido e ensanguentado chamado Vincenz Olivier gritou por ajuda na rua. Olivier, que tinha sido atacado com um machado, conseguiu escapar da morte e denunciar a monstruosidade de Denke. Apesar de Denke alegar legítima defesa durante o interrogatório, ele acabou cometendo suicídio em sua cela antes que pudesse ser levado a julgamento.

Na véspera do Natal de 1924, as autoridades revistaram sua casa, onde encontraram potes repletos de carne conservada, roupas ensanguentadas e enormes pilhas de ossos humanos. Infelizmente, a verdadeira face do pacífico tocador de órgão e comerciante havia emergido demasiado tarde.

Redação

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