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Exército pede a prisão de 6 militares pelo furto de armas de seu arsenal

O roubo das 13 metralhadoras de calibre .50, capazes de abater aeronaves, juntamente com oito de calibre 7,62, capazes de penetrar veículos blindados, foi amplamente divulgado nos últimos dias. Este ato criminoso teria acontecido entre os dias 5 e 8 de setembro, sendo identificado somente em 10/10, durante uma inspeção nas instalações militares.

Durante uma coletiva de imprensa ocorrida no último domingo (22/10), o general Maurício Vieira Gama, que lidera o Estado-Maior do Sudeste, mencionou que tanto praças como oficiais estavam entre os suspeitos e que eles seriam responsabilizados, seja por ação direta ou por omissão.

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Fonte: TV Globo e Polícia Civil/Divulgação
Imagem: TV Globo e Polícia Civil/Divulgação

Suspeitos e destino das armas roubadas

Após a descoberta do crime, todo o efetivo do quartel, composto por cerca de 480 militares, foi retido para que o Exército pudesse colher depoimentos e reduzir o número de possíveis envolvidos no incidente. O confinamento militar foi suspenso na última terça-feira (24/10).

De acordo com informações da Polícia Civil, as armas roubadas estavam destinadas à venda para as organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo e Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro. No entanto, essas facções recusaram o armamento devido à falta de componentes e ao estado de conservação das metralhadoras.

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