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Missão Redentor: PF inaugura centro para investigar milícias no RJ

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A Polícia Federal criou a chamada Missão Redentor, que focará nas ações de criminosos ligados ao tráfico de drogas e armas e às milícias. O núcleo da Missão, nomeado Centro de Inteligência Policial Operacional da Missão Redentor, será inaugurado hoje, quinta-feira (29), na Superintendência do RJ.

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Ao menos dez analistas da Polícia Federal, de diversos estados, deverão integrar o grupo no Rio de Janeiro. Em um primeiro momento, a missão terá três delegados e cerca de 20 agentes. Apesar da localização na capital fluminense, a coordenação do trabalho será da direção da Polícia Federal, em Brasília, no Distrito Federal.

O diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, estará no Rio de Janeiro para formalizar o início do trabalho do grupo.

As investigações da operação Redentor focarão na tentativa de capturar e prender chefes das facções, bem como na descapitalização patrimonial dos grupos criminosos.

No interior da Superintendência da Polícia Federal, localizada no Centro do Rio de Janeiro, junto ao espaço destinado para o trabalho das equipes do grupo, haverá uma sala que ganhará o nome do agente Ronaldo Heeren.

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Ronaldo foi morto em fevereiro do ano passado, na comunidade do Rola, em Santa Cruz, área dominada por uma milícia. Ele será homenageado, hoje, durante a inauguração do núcleo.

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As investigações iniciais da Missão Redentor não começarão do zero, mas já terão por base informações que a própria Polícia Federal no Rio de Janeiro já possuía, agilizando os resultados.

Além dos analistas de outros estados que integrarão o grupo, as operações nas ruas serão realizadas pelos próprios agentes da PF lotados na superintendência do RJ.

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