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Moraes autoriza quebra de sigilo bancário de Bolsonaro e Michelle a pedido da PF; entenda o caso

Bolsonaro e Michele são investigados pela PF

O ministro Alexandre de Moraes autorizou na última quinta-feira (17) autorizou um pedido feito pela Polícia Federal para quebrar o sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

A medida foi solicitada pelas autoridades da PF no âmbito da investigação da Operação Lucas 12:2, que apura o suposto funcionamento de uma organização criminosa para desviar e vender presentes recebidos pelo ex-presidente de autoridades estrangeiras.

Além disso, Moraes também autorizou o pedido de cooperação internacional para que seja requisitado às autoridades dos Estados Unidos a quebra do sigilo bancário de Michele e Bolsonaro.

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Michele e Jair Bolsonaro são alvos de investigação da PF

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Além do ex-presidente da República, também são alvos da Operação o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e o pai dele, o general de Exército, Mauro Lourena Cid.

Em trecho do despacho que autorizou a realização de busca e apreensão em endereços de Mauro Cid, do advogado Frederick Wassef e do tenente Osmar Crivelatti, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que as diligências realizadas indicam que Bolsonaro e sua equipe usaram avião presidencial, em 30 de dezembro do ano passado, para “evadir do país os bens de alto valor desviados, levando-os para os Estados Unidos da América e, na sequência, os referidos bens teriam sido encaminhados para lojas especializadas em venda e em leilão de objetos e joias de alto valor, situadas nas cidades de Miami/FL, Nova Iorque/NY e Willow Grove/PA“.

O advogado responsável pela defesa de Cid disse, na última quinta-feira (17), que ele iria confessar que vendeu as joias a pedido do ex-presidente. Segundo a defesa, Cid ainda teria repassado os valores para Bolsonaro.

Fonte: Migalhas

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