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MPE busca aumentar pena de pistoleiro condenado

Joilson James Queiroz, um pistoleiro notório, está enfrentando uma longa sentença de prisão no contexto de um caso de homicídio em massa. Após um julgamento na 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, no Mato Grosso, ele foi condenado a 46 anos de prisão.

O Ministério Público Estadual (MPE), no entanto, acredita que a pena para o pistoleiro é muito leve e pretende recorrer, buscando aumentar a sentença para 69 anos.

MPE quer aumentar a pena de pistoleiro
Foto: MPE-MT

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O caso e a condenação do pistoleiro

A condenação de Queiroz se deve à sua envolvimento em uma chacina ocorrida em 2004, na Fazenda São João, entre os municípios de Várzea Grande e Jangada, cujo proprietário é o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro.

As “qualificadoras” do MPE

As “qualificadoras” – condições que podem agravar uma sentença – apresentadas pelo MPE foram todas acolhidas durante o julgamento. Os jurados concordaram que os homicídios foram cometidos por motivo fútil, com emprego de meio cruel, dificultaram a defesa das vítimas e serviram para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime.

A dosimetria da pena

A dosimetria da pena foi dividida da seguinte forma: 14 anos pelos homicídios qualificados, 23 anos e seis meses pelo emprego do meio cruel e pela ação de amarrar, torturar e afogar as vítimas. Depois, a maneira como o crime foi cometido levou a uma duplicação da pena, resultando na sentença final de 46 anos em regime fechado e sem direito a recorrer em liberdade.

Outras condenações e foragidos

Além de Queiroz, outras pessoas foram condenadas no mesmo caso, incluindo Aderval José dos Santos, conhecido como “Paraíba”; Édio Gomes Júnior, conhecido como “Edinho”; Noreci Ferreira Gomes, conhecido como “Capitão do Mato”; e Valdinei Luiz Ademias da Silva. No entanto, ainda há acusados em fuga, como Alderi de Souza Ferreira, conhecido como “Tocanguira”, que permanece foragido.

Fonte: Mídia Jur

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