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MPF denuncia membros da PF por esquema de proteção em investigações

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O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra dez pessoas em razão de um esquema de venda de proteção contra investigações da Polícia Federal (PF). A ação é desdobramento da Operação Tergiversação. Além de advogados e empresário, membros da PF também foram denunciados.

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De acordo com a denúncia, os envolvidos praticaram os crimes de concussão, corrupção ativa, corrupção passiva e organização criminosa. Segundo o MPF, os advogados acusados cobravam propina de empresários, com fim de assegurar que membros da corporação os protegeriam durante a realização dos inquéritos pela PF.

A Acusação partiu da apuração feita durante a segunda fase da Operação Tergiversação. As investigações acompanhavam um esquema de fraude ligado aos Correios. À época, foi apontado que empresários pagaram mais de R$ 4 milhões a delegados e escrivães da PF para ser protegidos das suspeitas de ligação com as fraudes investigadas.

Ainda na primeira fase da operação já havia suspeita de participação de membros da PF em um possível esquema de corrupção. Em maio de 2019, os agentes da PF realizarão ação que terminou por desarticular um grupo que atuava na dentro da Superintendência da PF do RJ. Contra o grupo, foram apresentadas denúncia pelos crimes de corrupção ativa e organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

A PF afirma que as investigações, que resultaram na denúncia de membros da corporação, partiram de uma iniciativa da própria instituição. Sobre a denúncia do MPF, a PF afirmou ainda o seguinte:

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é sinal de que as investigações e a operação foram bem sucedidas.

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