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Alerta em Itapetininga: Mulher acusada de dar golpes no comércio é identificada

Itapetininga em alerta: suspeita de aplicar golpes no comércio local é identificada

Em Itapetininga, cidade do interior de São Paulo conhecida por sua tranquilidade, o comércio local vive momentos de apreensão. A dona de casa Fabiane Renata Vieira Abe, 37 anos, é acusada de aplicar diversos golpes nos estabelecimentos da cidade. Os casos começaram a ser relatados em ações judiciais e chamaram atenção pela estratégia usada por Fabiane.

Alerta em Itapetininga: Mulher acusada de dar golpes no comércio é identificada
Imagem: Reprodução

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O modus operandi da golpista

De acordo com as informações presentes nos documentos das ações judiciais, Fabiane atua de maneira simples, mas bastante eficaz. Ela se dirige às lojas, seleciona várias peças de vestuário, para homens, mulheres e crianças, e solicita que o valor seja anotado para ser pago no final do mês. No entanto, o momento do pagamento nunca chega.

Como os golpes afetam o comércio de Itapetininga

Em Itapetininga, é comum entre os pequenos comércios a prática de vendas “fiado”. Muitos estabelecimentos mantêm um caderno, onde são anotadas as dívidas dos clientes. Alguns mais estruturados emitem carnês de pagamento com códigos de barras, porém, a pessoa só pode deixar o local com as compras após assinar uma nota promissória, reconhecendo a dívida.

Exemplos de golpes cometidos por Fabiane

Em novembro de 2015, Fabiane realizou compras na loja Spacio Frida Vestuário que somaram R$ 719,30. O valor foi dividido em cinco parcelas, das quais apenas a primeira foi paga. Situações similares ocorreram em outras lojas, onde Fabiane compraria roupas para a família e pagaria apenas a primeira parcela.

A cobrança e a reação da suspeita

O golpe se materializava a partir da segunda parcela, que não era paga. Ao receber as primeiras ligações de cobrança, Fabiane se mostrava com dificuldades financeiras. Em contatos posteriores, a promessa era de pagamento no mês seguinte. Porém, em uma terceira tentativa de cobrança, Fabiane afirmava que não iria pagar, alegando que dever não era um crime e sugerindo, até mesmo, que o caso fosse levado à justiça.

Essas ações, além de afetarem o comércio local, têm causado intranquilidade entre os cidadãos de Itapetininga. A situação serve de alerta para outros estabelecimentos da região que ainda utilizam a venda “fiado” como estratégia comercial.

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