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Mulher processa Bob Dylan por abuso supostamente cometido há 56 anos

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Uma mulher de 65 anos, moradora de Greenwich, no estado norte-americano de Connecticut, ajuizou um processo de abuso sexual contra Bob Dylan. O crime teria acontecido em 1965, quando a mulher teria, então, 12 anos de idade.

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Segundo revelariam documentos da Suprema Corte de Manhattan, a mulher teria sido dopada com entorpecentes e bebidas alcoólicas no Chelsea Hotel.

Na ação, a mulher requer indenização pelos danos que lhe foram causados e requereu a formação de um júri para julgamento do caso.

A denúncia inclui os crimes de agressão, cárcere privado e imposição de sofrimento emocional.

O cantor, que atualmente tem 81 anos, segundo os autos, teria se aproveitado de sua fama para se aproximar da vítima e ganhar sua confiança “como parte de seu plano de molestá-la sexualmente e abusar dela”.

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Tais abusos teria causado à mulher “efeitos emocionais duradouros”, fazendo-a necessitar de “tratamento médico” para lidar com “depressão, humilhação e ansiedade”. Segundo a suposta vítima, as consequências do crime “são de natureza permanente” e prejudicaram sua vida em geral.

Na última sexta-feira (13) foi apresentado um documento que afirmava que Bob Dylan, cujo nome civil é Robert Allen Zimmerman, “durante um período de seis semanas entre abril e maio de 1965, tornou-se amigo e estabeleceu uma conexão emocional com o (a) querelante”.

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A mulher ajuizou o processo judicial com base em uma lei (New York Child Victims Act), aprovada em 2019, que permitia que vítimas de abuso infantil denunciassem seus agressores independentemente do tempo que se passou após os fatos.

Representantes dos artistas informaram que ele nega as acusações.

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