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Caso Richthofen: qual é a melhor ordem para ver os filmes sobre o icônico caso?

Filmes sobre o Caso Richthofen chegam ao Amazon Prime Video

Os tão aguardados filmes que retratam o Caso Richthofen, A Menina Que Matou os Pais (2021) e O Menino Que Matou Meus Pais (2021), finalmente chegaram ao catálogo do Amazon Prime Video. As produções, estreladas por Carla Diaz e Leonardo Bittencourt, receberam grande atenção do público nas redes sociais e dividiram opiniões quanto à abordagem dos fatos.

Dirigidos por Maurício Eça e roteirizados por Ilana Casoy e Raphael Montes, os longa-metragens trazem uma proposta ousada ao serem divididos em duas partes, apresentando diferentes perspectivas dos personagens envolvidos no crime que chocou o país. A divisão das tramas foi um dos pontos que gerou discussões entre os espectadores e críticas da imprensa especializada.

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Qual é a melhor ordem para assistir aos filmes do Caso Richthofen?

Em entrevista ao Splash, do UOL, os produtores Gabriel Gurman e Marcelo Braga esclareceram a melhor ordem para assistir aos filmes. Segundo a dupla, a indicação é conferir primeiro O Menino que Matou Meus Pais, que aborda a perspectiva de Suzane von Richthofen, e em seguida A Menina Que Matou os Pais, que apresenta a versão de Daniel Cravinhos.

O que os pais dos irmãos Cravinhos falaram sobre o crime que chocou o país
Imagem:

O que podemos esperar dessas produções?

Apesar de retratarem o mesmo crime, os longas funcionam de maneira independente e não seguem uma linha única de argumentação. Ao assistir a ambos, é possível ter uma visão mais ampla das diferentes facetas narrativas apresentadas pelos personagens reais durante o julgamento.

Os relatos presentes nos filmes têm como base os depoimentos prestados por Suzane e Daniel no decorrer do processo judicial e as contradições e reviravoltas que permearam o caso. A proposta é levar o público a interpretar e avaliar os fatos, diálogos e discursos por conta própria, sem buscar impor uma versão definitiva dos acontecimentos.

Repercussão e opiniões sobre os filmes

Enquanto a performance de Carla Diaz como Suzane e Leonardo Bittencourt como Daniel recebeu elogios, as produções em si não foram tão bem recebidas pela crítica. Alguns afirmam que as tramas separadas não foram suficientemente esclarecedoras e que os depoimentos apresentados nos filmes pareciam “frágeis”.

Entretanto, a iniciativa de abordar o caso Richthofen através dessas duas perspectivas diferentes ainda provoca debates e reflexões importantes, contribuindo para que os espectadores possam entender e analisar os relatos de um dos crimes mais impactantes da história brasileira.

Em suma, A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais são uma oportunidade para quem busca aprofundar-se no caso e formar sua opinião sobre as diferentes versões apresentadas pelos envolvidos nessa trágica história.

Redação

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