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Pedido da Polícia Federal para investigar Toffoli é negado por Fachin

Na última sexta-feira (14/05), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, negou o pedido da Polícia Federal para investigar o também ministro Dias Toffoli, citado na delação do ex-governador Sérgio Cabral.

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Investigação a pedido da Polícia Federal

O pedido da Polícia Federal foi embasado na fala de Cabral, que acusou Toffoli de ter recebido indevidamente a quantia de R$ 4 milhões em troca de favorecer prefeitos do Estado do Rio de Janeiro, quando ainda era ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Cabral já foi condenado a mais de 300 anos de prisão, como incurso em diversos crimes.

A partir do dia 21 de maio, um novo julgamento irá decidir sobre a veracidade e validade da delação de Cabral, o qual foi caracterizado pela PGR como feita com “má-fé” pela parte do delator. Desse modo, Fachin também proibiu que, até o mencionado julgamento, novas investigações sejam iniciadas a partir do depoimento do ex-governador.

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Disse Fachin:

Determino que a autoridade policial se abstenha de tomar qualquer providência ou promover qualquer diligência direta ou indiretamente inserida ou em conexão ao âmbito da colaboração premiada em tela até que se ultime o julgamento antes mencionado.

O caso tramita em segredo de justiça.

Processo: Pet 8.482

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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