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Petrobras e bancos podem pagar pelo crime da Braskem em Alagoas; entenda o motivo

O custo do desastre ambiental provocado pela Braskem em Alagoas está em ascensão, tanto social quanto financeiramente. O colapso na Lagoa Mundaú é apenas uma parte, já estimada em R$ 34 bilhões pelo Instituto Alagoas, conforme reportagem do jornal Valor Econômico.

Não se tem certeza sobre quem arcará com esses custos e os desdobramentos legais envolvendo a Braskem. A recém-anunciada CPI da Braskem visa esclarecer esse cenário.

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Reprodução: Suno

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Nos bastidores da Braskem estão acionistas poderosos, como a Petrobras, detentora de 47% do capital votante da empresa, e a Novonor, dona de 50,1%. No entanto, as ações da Novonor, antes Odebrecht, foram oferecidas como garantia aos seus credores, especialmente os maiores bancos do Brasil.

Se a Justiça obrigar a Braskem a enfrentar as consequências dos delitos ambientais, o impacto na Petrobras e nos bancos será gigantesco. Contudo, permanece a incerteza sobre o suporte que a Justiça oferecerá.

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