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PF suspeita que STF e opositores de Bolsonaro foram alvos de investigação ilegal da Abin

Entre dezembro de 2018 e 2021, inclusive durante o período pré-eleitoral, suspeita-se que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tenha espionado ministros do Supremo Tribunal Federal, policiais, advogados, juízes, jornalistas e opositores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Atualmente, as autoridades estão conduzindo uma investigação para esclarecer essas alegações.

Ações da Polícia Federal

A Polícia Federal, no último dia 20, conduziu uma investigação, detendo dois agentes da Abin e afastando outras cinco pessoas de suas funções. Durante as buscas realizadas nos locais relacionados à investigação, foram apreendidos aproximadamente U$ 171 mil dólares, equivalentes a R$ 870 mil. 

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Liderança Política e Institucional da Abin

A Abin estava sob a liderança de Alexandre Ramagem durante o período em questão. Atualmente, ele é deputado pelo PL, o mesmo partido de Bolsonaro, levantando questões sobre possíveis motivações políticas por trás das atividades de espionagem.

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Foto: Reprodução

Operação da Polícia Federal e Cooperação da Abin

A operação da Polícia Federal foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, como parte do inquérito das fake news. Com dois mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em várias localidades, essa investigação abrangeu uma ampla extensão geográfica. 

A tecnologia israelense chamada FirstMile, usada entre 2018 e maio de 2021, desempenhou um papel central nas atividades de espionagem. Além disso, a Abin tem colaborado com a investigação, fornecendo informações e afastando cautelarmente os servidores sob investigação.

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