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PM que levava vida de ostentação é suspeito de chefiar agiotagem no DF

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Uma vida regrada a luxos, viagens e carros importados e ostentação nas redes sociais. Essa era a vida de ostentação de Ronie Peter Fernandes Silva, de 45 anos. um PM com um salário de pouco mais de 8 mil reais e que agora responde por supostamente chefiar quadrilha de agiotagem no Distrito Federal.

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A Operação S.O.S Malibu teve como alvo Ronie e mais seis pessoas, todos suspeitos de ter movimentado R$ 8 milhões nos últimos 6 meses, através de empréstimos seguidos de extorsões de vítimas na capital.

Nas cidades de Vicente Pires, Taguatinga e até na grande São Paulo, 15 mandados judiciais foram expedidos e cumpridos, além da apreensão de veículos e o bloqueio de sete contas bancárias físicas e jurídicas.

Durante a operação, de acordo com a Polícia Civil, dentre os bens apreendidos foram encontrados quatro carros de luxos que pertenciam a Ronie, avaliados em até R$ 3 milhos.

“Ronie Malibu”, como se identifica nas redes sociais, sempre fez questão de expor suas aquisições. Além dos carros de luxos, divulgava suas viagens para destinos internacionais, como as Ilhas Maldivas, um dos destinos mais caros do mundo.

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De acordo com o portal da Transparência do Distrito Federal, o salário líquido de Ronie foi de R$ 8.290,00 em setembro de 2021, na função desempenhada de 3º Sargento.

Segundo o que a polícia afirma, sete investigados emprestavam dinheiro a terceiros com juros excessivos e fora do permitido por lei, cobrando os valores mediante “ameaças graves”. Seis suspeitos foram presos e um está foragido em São Paulo.

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Dentro do esquema podem ser vistos como integrantes familiares de Ronie. O pai e o irmão foram detidos como suspeitos na operação.

Um familiar e o próprio sargentos eram responsáveis por emprestar os valores e cobrar dos devedores. As cobranças chegavam a situações de exigências como veículos e imóveis das vítimas. O militar era o responsável pela aquisição dos veículos de luxo.

Os outros cinco investigados, os “operadores financeiros”, eram responsáveis pelas transações e saques em empresas de fachada, a fim de fazer “parecer lícito” os valores vindos da agiotagem. Três dos cinco suspeitos ficavam responsáveis pela ocultação dos valores e cediam nomes para os registros dos veículos, de posse do sargento.

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