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Polícia tenta localizar pessoas que supostamente incentivaram o ‘atirador de Sapopemba’

Tentativas da Polícia Civil de SP para rastrear membros do aplicativo Discord ligados ao ataque em escola

A Polícia Civil de São Paulo está em busca de quatro membros da plataforma digital Discord que supostamente estariam cientes do ataque em uma escola em Sapopemba, São Paulo, ocorrido na última segunda-feira (23). Essas informações foram confirmadas à CNN por fontes próximas à investigação.

A investigação descobriu também que o autor dos disparos teria compartilhado um áudio no Discord durante o ataque. O adolescente seria parte de uma comunidade na plataforma que costuma fazer uma espécie de “rank” baseado na realização de atos de automutilação e incentivo a crimes. Antes do ataque, o jovem já havia “ganhado” pontos nessa comunidade por ter se automutilado, fazendo um desenho de uma suástica na própria pele.

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Imagem: Tecnoblog

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Que medidas o Discord está tomando?

A CNN consultou o Discord sobre o monitoramento de tais comunidades. A plataforma garantiu que está “cooperando com as autoridades” e que possui diretrizes rígidas contra atividades que promovam violência e ódio.

Qual o perfil e as motivações do atirador?

Durante o depoimento, o adolescente confirmou ter sido vítima de homofobia e que seu objetivo era atacar aqueles que o intimidaram. No entanto, acabou por atingir pessoas aleatórias da escola. Nesse contexto, a Polícia também investiga a origem da arma utilizada no crime, que seria de propriedade do pai do jovem.

Como a polícia está avançando na investigação?

As forças policiais de São Paulo também estão investigando o vazamento de imagens da escola supostamente compartilhadas nas redes sociais. A Delegacia de Crimes Cibernéticos está na busca palo responsável por ter disseminado as imagens, apesar dos “detalhes não serem revelados para não atrapalhar as investigações”.

A discordância tem consciência do terrível ataque ocorrido na escola em Sapopemba, São Paulo, e vem colaborando com as autoridades, como já ocorreu no início do ano para outras investigações, tais como a Operação Escola Segura.

Fonte: CNN

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