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Polícia Civil cria força-tarefa para investigar a morte do menino Henry

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O Delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), afirmou que as provas periciais que estão sendo realizadas no caso da morte do menino Henry Borel, serão cruciais para a conclusão da investigação.

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Morte do menino Henry

Ao todo, já foram ouvidas 17 testemunhas no inquérito policial, bem como foram realizados laudos de necropsia no corpo da criança e nos materiais recolhidos no quarto que ele dormia; os aparelhos eletrônicos da mãe de Henry, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, e do padrasto Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, médico e vereador, foram apreendidos e estão disponíveis para perícia.

Desse modo, a Polícia Civil montou uma força-tarefa com diversos departamentos da entidade para estabelecer uma linha de investigação mais eficiente diante do caso. A mãe de Henry e Dr. Jairinho, disseram em depoimento que, por volta das 3:30h, estavam assistindo televisão quando avistaram o garoto caído no chão, com os olhos revirados e as mãos geladas.

As pediatras que fizeram o primeiro atendimento do menino no hospital Barra D’Or, afirmaram que ele havia chegado à unidade sem vida e com as seguintes lesões: hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente, e equimoses, hematomas, edemas e contusões. As lesões foram confirmadas em um laudo necropsial, mas outro laudo complementar que dê mais substância ao caso já foi diligenciado.

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Também está à frente das perícias o diretor do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), Denis Guimarães, que afirmou que a atuação conjunta dos diversos setores de investigação permitirá um entendimento a fim de facilitar a busca pela verdade.

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Equipes do IML e do ICCE já vistoriaram o apartamento que Henry morava com a mãe e o padrasto três vezes. A faxineira que trabalha na residência afirmou em sede policial que não foi avisada da morte do garoto, e no dia seguinte havia limpado o quarto no qual ele dormiu. Todavia, a perícia conseguiu coletar algumas amostras no quarto para as devidas análises em laboratório. Já os técnicos do ICCE trabalham na extração de dados informativos de 11 celulares e laptops apreendidos no local.

*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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