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Militares Acusados de Fraude e Prevaricação São Liberados

No dia 6 de setembro de 2023, a justiça deteve quatro agentes da Polícia Militar sob a acusação de fraude. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, evidências apontavam que os PMs teriam plantado uma pistola e munição na cena do crime, sendo estes objetos atribuídos à vítima. Com a recente decisão do Juiz Leonardo Picanço da Auditoria Militar, os policiais foram libertados na última quinta-feira (28).

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Imagem: O Fluminense

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Quem são os policiais liberados?

Os policiais militares Roni Cordeiro de Lima, Diego Pereira Leal, Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Silvio Gomes dos Santos, foram os agentes acusados pelo crime de fraude. Além disso, cruza os holofotes da justiça o capitão Diego Geraldo de Souza, que exercia função de liderança no momento do acontecimento.

Por que o Capitão Diego Geraldo de Souza foi afastado do serviço público?

O capitão Diego Geraldo de Souza, que estava à frente da operação, além de ser denunciado por fraude, também enfrenta a acusação de prevaricação. Este termo define o ato de retardar ou deixar de praticar, indevidamente, um ato de ofício para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. O oficial foi consequentemente afastado da função pública e está proibido de entrar em qualquer unidade da Polícia Militar.

Quais foram as condições para a libertação dos PMs?

O Ministério Público do Rio de Janeiro mostrou-se favorável ao pedido de suspensão da prisão preventiva dos acusados. No entanto, a liberação dos policiais veio sob algumas medidas cautelares impostas pelo juiz responsável pelo caso. As restrições incluem a proibição de contato com a família da vítima e a suspensão de trabalhos externos dos PMs.

Fonte: G1

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