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Prorrogado inquérito que investiga interferência de Bolsonaro na PF

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Na última quinta-feira (22/04), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, prorrogou por mais 90 dias o inquérito investigativo que apura se houve interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

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Investigação sobre interferência de Bolsonaro na PF

O caderno investigativo teve início em 2020, após o  ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, apontar que Bolsonaro havia determinado trocas de chefes regionais da PF para benefício próprio. Desse modo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) instaurou o feito.

De acordo com Moraes, no despacho que prorrogou o prazo do inquérito:

Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, a partir do encerramento do julgamento do agravo regimental iniciado pelo Plenário em 8/10/2020, bem como a proximidade do recesso, nos termos previstos no artigo 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 (noventa) dias, contados a partir do encerramento do prazo final anterior (27 de abril), o presente inquérito.

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Importante destacar que, em 15 de dezembro de 2020, Alexandre de Moraes já havia prorrogado o prazo da investigação.

O ex-ministro Celso de Mello, hoje aposentado, foi quem autorizou a abertura do inquérito, entendendo que os crimes imputados ao presidente pelo ex-ministro da Justiça poderiam ser conexos ao exercício do mandato presidencial. 

Mello também não aplicou o segredo de justiça à investigação, aduzindo que essa era a maneira de garantir o direito de liberdade de imprensa e o amplo acesso da população aos autos.

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O Plenário do STF ainda não deliberou como deve ser colhido o depoimento do presidente, por escrito ou de forma presencial. A questão seria decidida aos 24 de fevereiro deste ano, mas não ocorreu.

Inq 4.831

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*Esta notícia não reflete, necessariamente, o posicionamento do Canal Ciências Criminais

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