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Reviravolta no caso Madeleine McCann: principal suspeito pode ser inocentado

O caso do desaparecimento da Madeleine McCann tomou um novo rumo com a mudança do foco das investigações para Christian Brueckner. As autoridades alemãs afirmaram ter “provas concretas” de que a menina havia sido morta.

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No entanto, o suspeito de 45 anos, que já está preso, pode não ser acusado na Alemanha pelo desaparecimento da criança britânica. Isso ocorre após um tribunal decidir que os promotores não têm jurisdição para continuar com o caso contra ele.

Segundo o Daily Mail, Brueckner protesta por sua inocência no caso da Madeleine e alega que não há provas contra ele.

O Tribunal Regional de Braunschweig revogou o mandado de prisão emitido contra Christian Brueckner no caso Madeleine McCann

O Tribunal Regional de Braunschweig decidiu em 19 de abril de 2023 que não tinha jurisdição sobre a acusação contra Christian, e revogou o mandado de prisão emitido contra ele no caso Madeleine McCann. Isso significa que os mandados de prisão relacionados ao desaparecimento foram rejeitados, mas ele permanecerá preso, cumprindo uma sentença de sete anos por estupro até 2026.

No ano passado, Christian foi acusado de vários crimes sexuais ocorridos entre 2000 e 2017 no Algarve, Portugal, onde Madeleine desapareceu em 2007.

O promotor Hans Christian Wolters, do Tribunal Regional de Brunswick, afirmou que, caso o tribunal decida contra a acusação, ele buscará apelar ou solicitar a transferência do caso para outra cidade alemã com jurisdição.

Infelizmente, essa notícia é decepcionante para os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, que estavam esperando uma solução para o caso.

Fonte: Metro

Daniele Kopp

Daniele Kopp é formada em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Pós-graduada em Direito e Processo Penal pela mesma Universidade. Seu interesse e gosto pelo Direito Criminal vem desde o ingresso no curso de Direito. Por essa razão se especializou na área, através da Pós-Graduação e pesquisas na área das condenações pela Corte Interamericana de Direitos Humanos ao Sistema Carcerário Brasileiro, frente aos Direitos Humanos dos condenados. Atua como servidora na Defensoria Pública do RS.

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