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Seis pessoas acusadas de matar jovem por engano vão a júri popular

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O Tribunal do Júri do Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal, iniciou ontem (19/10) o julgamento de seis acusados pela morte de Ana Rita Graziela Silva. Segundo os autos, a mãe da jovem era o alvo dos criminosos, que mataram a filha por engano, devido à semelhança. O crime aconteceu no dia 21 de outubro de 2016, em uma fábrica no Núcleo Bandeirante.

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A mãe da vítima, Gilvana Rodrigues Teles é ex-companheira de Yuri Hermano Tavares de Brito, um dos seis acusados. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Yuri não estaria satisfeito com a divisão patrimonial após a separação. Ele, então, teria dito a seu amigo Jader Nei Rodrigues Barbosa que pretendia contratar alguém para dar cabo da vida da ex-companheira. Os dois se juntaram a Cícero Nunes de Lima e contataram mais quatro pessoas para executar o crime.

O grupo esquematizou a ação, de modo que duas mulheres, ao verem Gilvana entrar na fábrica onde trabalhava, passariam a informação para os demais integrantes do grupo que, então, entrariam no local simulando um assalto e disparariam contra a ex-companheira de Yuri. No entanto, as responsáveis por identificar a vítima avistaram uma mulher semelhante a Gilvana e avisaram ao grupo de criminoso, sendo que a mulher era, na verdade, a filha de Gilvana.

A sessão de julgamento está sendo realizada no plenário do Fórum do Núcleo Bandeirante e deve se estender por pelo menos três dias. Ministério Público e Defesas Técnicas arrolaram 18 testemunhas ao todo. Os seis acusados estão presos provisoriamente. Cícero Nunes de Lima, que ajudou Jader Nei a contatar as pessoas que realizaram o disparo, teve o processo desmembrado.


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