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Serial killer americano utilizou a Internet para atrair suas vítimas

Serial killer americano usava a internet para atrair vítimas

Um caso chocante está causando revolta nos Estados Unidos. John Edward Robinson, um homem de 65 anos, é suspeito de ter atraído e assassinado várias mulheres por meio de salas de bate-papo na Internet. A história se desenrola em um estacionamento de trailers no Missouri, no centro dos EUA, onde uma investigação macabra está em andamento.

Robinson, que usava o pseudônimo “mestre das escravas” nas plataformas online, supostamente usava essas salas de chat para recrutar vítimas interessadas em sessões de sadomasoquismo. Esses eventos horrendos estavam acontecendo em motéis à beira da estrada, revelando um novo nível de crueldade por parte do suposto Serial killer.

Serial killer
Imagem: reprodução/ ABC News

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Provas concretas contra o instigador dos crimes?

Ontem, os promotores anunciaram que estão se preparando para indiciar Robinson por vários assassinatos, após sua prisão, feita sob acusação de violência sexual. Não demorou muito para a polícia encontrar evidências sólidas ligadas ao acusado. Eles encontraram os corpos decompostos de seis mulheres em propriedades ligadas a ele, todos armazenados em barris.

Robinson poderia ser um dos piores “serial killers” da história?

Se for condenado, há uma alta probabilidade de Robinson ser lembrado como um dos mais cruéis “serial killer” da história americana. Não apenas pela quantidade de vítimas, mas também por ser o primeiro a utilizar a Internet como meio para aliciar suas presas.

Imagem: reprodução/ The Cinema Holic
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Podem haver mais vítimas?

As autoridades continuam buscando outros possíveis corpos das vítimas. As buscas, lideradas por agentes da polícia local e do FBI, incluem o esvaziamento de um pequeno lago. “Pode ser que achemos novos corpos, mas estamos torcendo pelo contrário”, disse Marvin Stites, xerife do Condado de Linn. Para garantir que as investigações possam continuar sem problemas, a fiança de Robinson foi fixada em US$ 5 milhões.

Esse caso perturbador joga uma luz dura sobre o uso da Internet e das redes sociais para facilitar crimes violentos. Também serve de aviso para os usuários da web se manterem vigilantes e precautórios sobre com quem estão interagindo online.

Redação

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