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Plenário do STF reconhece decisão que entendeu pela parcialidade de Moro para julgar Lula

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento na última quarta-feira (23/06), entendeu que a Segunda Turma da Suprema Corte era competente para decidir pela parcialidade de Moro para julgar Lula, o que acaba por validar o teor daquela decisão.

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Parcialidade de Moro para julgar Lula

De acordo com as informações, a decisão não foi unânime, com sete votos favoráveis e quatro contrários à manutenção da decisão.

Agora, tendo sido mantida a decisão que reconheceu a parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro para julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ação que julga a acusação envolvendo o triplex deverá voltar à fase inicial, sem a possibilidade de aproveitamento das provas que haviam sido produzidas sob a competência do ex-juiz, devendo a ação ser julgada pela Justiça Federal do Distrito Federal.

O ex-juiz, em uma rede social, afirmou que não há se falar na sua parcialidade:

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Os votos dos ministros Fachin, Barroso, Marco Aurélio e Fux, não reconhecendo vícios ou parcialidade na condenação por corrupção do ex-Presidente Lula, correspondem aos fatos ocorridos e ao Direito. Nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula, cuja culpa foi reconhecida por dez juízes.

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Já a defesa do ex-presidente declarou que a decisão do STF reconheceu o que efetivamente ocorreu, a parcialidade de Sérgio Moro:

Essa decisão encerra a discussão sobre a suspeição do ministro Sergio Moro, suspeição que nós arguimos há cinco anos. O ex-presidente, em todos os precessos que foi julgado fora de Curitiba [onde Moro era o responsável pela Vara da Justiça Federal que julgou os casos da Lava Jato] ou foi absolvido ou os processos foram sumariamente arquivados.

 


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