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O que o suspeito de ser mandante das mortes de Bruno e Dom disse vai te deixar chocado

Em depoimento, o suspeito nega participação no crime e afirma nunca ter conhecido Bruno Pereira

Na última segunda-feira (17), foram ouvidas pela Justiça cinco testemunhas de defesa do caso dos assassinatos dos indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. O principal suspeito de ser o mandando o crime, Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia” também foi ouvido, inicialmente como testemunha, mas negou qualquer participação no crime.

A continuação da audiência de instrução está marcada o dia 20 de julho, quando serão ouvidas outras cinco testemunhas de defesa.

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‘Colômbia’ é apontado como principal suspeito de ser o mandante do crime

As investigações apontaram que o principal suspeito do caso é Rubén Villar, o “Colômbia”. De acordo com o superintendente da Polícia Federal no estado, Alexandre Fontes, “Colômbia” tinha relação direta com Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, que está preso e confessou ter matado Dom e Bruno.

Não tenho dúvida que o mandante foi Colômbia. Temos provas de que ele fornecia as munições para Jefferson e Amarildo, as mesmas encontradas no caso. Ele pagou o advogado de defesa de Amarildo”, disse o delegado.

Ao ser interrogado na audiência de instrução, ‘Colômbia’ afirmou que nunca conheceu o indigenista Bruno Pereira e que a relação com o pescador Amarildo, réu confesso dos assassinatos de Bruno e Dom, era apenas comercial.

Relembre o caso

Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia no dia 5 de junho. A última vez que foram vistos foi passando pela comunidade de São Rafael e de lá, seguiam para Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.

O corpo das vítimas foram encontrados no dia 15 de junho, e de acordo com a polícia, eles teriam sido mortos a tiros e os corpos esquartejados, queimados e enterrados. Segundo a perícia, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Dom, por sua vez, foi atingido uma vez, no tórax.

As investigações apontam ainda que a motivação do crime foi porque Bruno combatia a pesca ilegal no Vale do Javari, no interior do Amazonas, e Dom porque estava com ele no momento da emboscada.

suspeito
Momento onde a polícia encontrou a embarcação onde Bruno e Dom foram assassinados

Fonte: G1

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