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Suzane Von Richthofen teria dito que foi estuprada pelo pai para convencer ex-namorado a cometer crime, diz autor

Ullisses Campbell, autor do livro “Suzane: assassina e manipuladora”, mergulhou profundamente nas investigações do famoso caso Suzane Von Richthofen, que perturbou o Brasil em 2002. O jornalista alega que a ex-detenta teria manipulado o ex-namorado, Daniel Cravinhos, a cometer o assassinato de seus pais, Marísia e Manfred Richthofen, com uma acusação falsa de estupro contra o pai.

“Por isso que ele [Daniel] é quem mata o Manfred, com ciúmes dele ter abusado da namorada. Foi um jogo de manipulação onde ela saiu ganhando”, afirmou Campbell, em uma entrevista ao youtuber Bruno Di Simone.

Suzane
Imagem: Reprodução/O Globo

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Plano de assassinato de Suzane von Richthofen

Segundo Campbell, Suzane teria usado a falsa alegação de assédio para incitar a ira de Daniel e assegurar sua adesão ao plano de assassinato. De acordo com o escritor, Daniel inicialmente desistiu do plano depois de pedir a ajuda de seu irmão e receber uma recusa enfática em troca.

Entretanto, a aparente manipulação por Suzane reinseriu Daniel e seu irmão, Cristian, novamente no trama. Usando a oposição de Manfred ao relacionamento como catalisador, Suzane supostamente convenceu os irmãos a cometerem o crime para que ela pudesse ter uma vida de felicidade ao lado de Daniel.

Depoimento de Daniel e a postura de Suzane embrulhados em mistério

Em seu depoimento após o crime, Daniel afirmou que Suzane havia começado a usar drogas e desenvolveu uma obsessão por matar seus pais controladores. Ele também corroborou a alegação de Campbell de que Suzane afirmou sofrer abusos físicos e sexuais de Manfred e que ela nunca seria feliz até que seus pais estivessem mortos. Porém, a ex-detenta nega essas alegações.

“Ela usou essa cartada, mas eu acho que eram duas almas doentes que se encontram. Por mais que a pessoa seja a maior manipuladora do mundo, eu acho, que se você tiver uma régua pra medir essa manipulação, alcança um grau muito elevado, mas não a ponto de uma pessoa cometer um crime, um assassinato. Ela manipulou, mas o Daniel [Cravinhos] já era uma mente assassina”, concluiu o escritor Campbell.

Fonte: O Globo

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