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Trump diz que se for eleito presidente, perdoará envolvidos no ataque ao Capitólio

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que, caso seja eleito para um novo mandato em 2024, está “inclinado” a perdoar muitos dos condenados pela invasão ao Capitólio, em janeiro de 2021. 

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Em entrevista à CNN International, Trump afirmou que não será capaz de perdoar “cada um”, mas que tentará anistiar “uma grande parte deles”. 

Na entrevista, Trump culpou a então presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, pelos problemas de segurança no dia da invasão. Disse ter supostamente convocado a Guarda Nacional para intervir durante o episódio.

“Um dos grandes problemas foi aquela Nancy Pelosi, a louca Nancy, como eu a chamo carinhosamente. A louca Nancy e a prefeita de Washington foram acusadas, como você sabe, pela segurança. E eles não fizeram o trabalho deles.”

Trump diz estar “inclinado” a perdoar muitos dos condenados pela invasão ao Capitólio

Segundo o governo norte-americano, desde 6 de janeiro de 2021, mais de 950 pessoas foram presas e, entre elas, mais de 284 foram condenadas pelo episódio. 

Naquele dia, apoiadores de Trump invadiram o Capitólio, centro do poder legislativo dos Estados Unidos, para tentar reverter a vitória do presidente recém-eleito, Joe Biden.

Sobre os documentos sigilosos relacionados à sua gestão apreendidos em sua residência pessoal em Mar-a-Lago, Trump afirmou que “tinha todo o direito” de estar em posse dos países.

“Eu estava lá e peguei o que foi tirado de sigilo. Eu tinha todo o direito de fazer isso, não fiz em segredo. Você sabe, as caixas estavam estacionadas do lado de fora da Casa Branca, as pessoas estavam tirando fotos delas.”

Fonte: G1

Daniele Kopp

Daniele Kopp é formada em Direito pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e Pós-graduada em Direito e Processo Penal pela mesma Universidade. Seu interesse e gosto pelo Direito Criminal vem desde o ingresso no curso de Direito. Por essa razão se especializou na área, através da Pós-Graduação e pesquisas na área das condenações pela Corte Interamericana de Direitos Humanos ao Sistema Carcerário Brasileiro, frente aos Direitos Humanos dos condenados. Atua como servidora na Defensoria Pública do RS.

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