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‘Vampiro de Niterói’: como está um dos maiores serial killers brasileiros da história?

O impressionante caso Marcelo Costa de Andrade

Marcelo Costa de Andrade surpreendeu o país no momento de sua prisão. Enquanto almoçava na loja que distribuía panfletos, ele afirmou que esperava a visita da polícia, revelando conhecimento sobre as acusações. Marcelo não ofereceu resistência e se deixou levar, consciente do mal que havia causado.

O estranho comportamento na delegacia

No entanto, na delegacia, Marcelo exibiu um sorriso constante e gargalhava incessantemente, irritando os policiais. Questionado sobre dois potenciais jovens desaparecidos, Altair e Ivan, ele declarou casualmente ter “feito amor” com eles, enquanto ria.

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O desprezo pela gravidade dos crimes

Vampiro de Niterói
Imagem: reprodução/ Aventuras na Historia

Marcelo continuava a rir, alegando que buscava apenas amor e escolheu suas vítimas por sua beleza, especialmente Altair. Seu comportamento desdenhoso durante o interrogatório, sem demonstrar medo, perturbava os investigadores.

Confissões detalhadas e crueldades

Diante de uma faca ensanguentada encontrada em seu quarto, Marcelo decidiu confessar todos os 13 crimes cometidos entre abril e dezembro de 1991. Suas confissões eram angustiantemente detalhadas, permeadas por risos e um sorriso constante, independentemente da brutalidade narrada.

A justificativa perturbadora e a alcunha “Vampiro de Niterói”

Marcelo alegou querer “salvar as crianças espiritualmente” para justificar seus atos. Ele admitiu gostar de beber o sangue de suas vítimas em uma vasilha. 

A mídia o apelidou de “Vampiro de Niterói,” e o caso ganhou proporções alarmantes.

O julgamento e o recurso à inimputabilidade

Considerado inimputável, Marcelo foi encaminhado a um hospital psiquiátrico, onde permanece até que um laudo oficial declare sua capacidade de reintegração social.

A fuga e recaptura em 1997

Em 1997, Marcelo escapou da clínica psiquiátrica em busca de seu pai, sendo recapturado alguns dias depois em Guaraciaba do Norte.

O presente em custódia psiquiátrica

Atualmente, conhecido como o “Vampiro de Niterói,” Marcelo está detido no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo. Avaliado pela última vez em dezembro de 2021, o laudo indicou que ele ainda não está apto para viver livremente. As avaliações ocorrem a cada três anos.

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