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Desaparecimento do voo MH370: 9 anos depois, ainda há investigações em andamento? Descubra todos os detalhes sobre o caso

O voo MH370, da Malasyia Airlines, desapareceu no Oceano índico em 2014 carregando 227 passageiros e 12 tripulantes. Nove anos depois, familiares dos desaparecidos estão pressionando o governo da Malásia para iniciar uma nova investigação junto de uma empresa norte-americana de exploração submarina.

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Familiares dos passageiros e tripulantes do voo MH370 pressionam governo

O voo MH370 desapareceu a caminho de Pequim, na China

O boing 777-200ER saia de Kuala Lumpur, capital da Malásia com destino a Pequim, capital da China. Porém, 38 minutos depois de decolar, a aeronave perdeu contato com a base da companhia aérea e nunca mais apareceu.

Ao longo desses nove anos, diversas teorias sobre o que pode ter acontecido com o avião foram criadas. O jornalista e ex-piloto de avião profissional estadunidense William Langewiesche, por exemplo, publicou na revista The Atlantic que o piloto provavelmente levou a nave ao Oceano Índico e a jogou ao mar de maneira proposital.

Um relatório publicado por investigadores na França, em 2019, afirmou que houve alguém no controle da aeronave até o final, uma vez que a mudança de rota do voo foi manualmente programada. O governo francês era o único até 2019 que ainda investigava o caso, tendo em vista que quatro passageiros eram franceses.

Agora, a empresa americana Ocean Infinity, visa trabalhar na identificação de destroços da tragédia do voo MH370, criando tecnologias robóticas de exploração subaquática. A empresa foi fundada em 2017, com duas frotas de veículos submarinos robóticos autônomos que podem operar em profundidades de até 6 mil metros. A tecnologia deles já encontrou o submarino argentino desaparecido ARA San Juan, e o navio sul-coreano Stellar Daisy.

Fonte: Aventuras na História

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